Mostrando postagens com marcador salvação. Mostrar todas as postagens

Bendito Jesus

Cristo é....

Cristo é o caminho: os homens sem Cristo são como Caim, errantes pelo mundo. Cristo é a Verdade: sem Ele, os homens são enganadores tal como o diabo, desde a antiguidade. Cristo é a vida: sem Ele, os homens estão mortos em delitos e pecados. Cristo é a luz: sem Ele, os homens estão em trevas e não sabem para onde vão. Cristo é a videira: os homens que não estão em Cristo são ramos cortados e preparados para o fogo. Cristo é a rocha: os homens que não estão construídos sobre Ele serão arrastados pelas torrentes. Cristo é o Alfa e o Ômega, o princípio e o fim, o Autor e o Consumador, Aquele que começa e Aquele que conclui a nossa salvação. Quem não tem a Cristo, não possui o princípio do bem, e sua infelicidade não terá fim. Oh, bendito Jesus, seria melhor não existir do que existir sem Ti! Melhor não nascer do que morrer sem Ti! Mil infernos não são piores do que a eternidade sem Ti!


( autor:John Owen)

Você Sabe Porque Persevera?

Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo”.

1 Coríntios 1.9


Por Que Os Crentes Perseveram?

Por C. H. Spurgeon
A esperança que enchia o coração do apóstolo Paulo a respeito dos crentes de Corinto, conforme já sabemos, estava repleta de consolação para aqueles que se mostravam temerosos quanto ao futuro dos membros da igreja em Corinto. Por que o apóstolo acreditava que os crentes de Corinto seriam confirmados até ao fim?
Devemos observar que ele apresentou as suas próprias razões.
“Fiel é Deus, pelo qual fostes chamados à comunhão de seu Filho Jesus Cristo”.1Co 1.9

Paulo não disse: “Vós sois fiéis”. A fidelidade do homem é bastante desconfiável; é pura vaidade. O apóstolo também não disse: “Vós tendes ministros fiéis para guiar-vos e instruir-vos. Por isso, creio que estais seguros”. Não! Se somos guardados pelos homens, na realidade nunca seremos guardados. Paulo afirmou: “Deus é fiel”. Se somos fiéis, isto acontece porque Ele é fiel. Toda a nossa salvação descansa na fidelidade de nosso Deus da aliança. Nossa perseverança se fundamenta neste glorioso atributo de Deus. Somos instáveis como o vento, frágeis como a teia de aranha, volúveis como a água.
Não podemos depender de nossas qualidades naturais ou de nossas aquisições espirituais. Mas Deus permanence fiel. Ele é fiel em seu amor: não conhece qualquer variação, nem sombra de mudança. Deus é fiel aos seus propósitos: não começa uma obra e a deixa inacabada. Ele é fiel em seus relacionamentos: como Pai, não abandonará seus filhos; como amigo não negará seu povo; como Criador, não esquecerá a obra de suas

mãos. Deus é fiel à sua aliança, que estabeleceu conosco em Cristo Jesus e ratificou com o sangue de seu sacrifício. Deus é fiel ao seu Filho e não permitirá que o sangue dEle tenha sido derramado em vão. Deus é fiel ao seu povo, ao qual Ele prometeu a vida eterna e do qual jamais se afastará.

Esta fidelidade de Deus é o fundamento e a pedra angular de nossa esperança de perseverança até ao final. Os crentes hão de perseverar em santidade, porque Deus se mantém perseverante em graça. Ele persevera em abençoar; por conseguinte, os crentes perseveram em serem abençoados. Deus continua guardando seu povo; conseqüentemente, os crentes continuam guardando os mandamentos dEle. Este é o solo firme e excelente sobre o qual podemos descansar. Portanto, é o favor gratuito e a infinita misericórdia que retinem no alvorecer da salvação; e estes mesmos sinos continuam retinindo m e l o d i o s a mente durante todo o dia da graça.
Podemos observar que as únicas razões para esperarmos que seremos confirmados na fé ao fim e que seremos achados inculpáveis se encontram em nosso Deus. Mas nEle estas razões são abundantes.
Primeiramente, elas se fundamentam no que Deus têm feito. Ele decidiu nos abençoar e não retrocederá. Paulo nos recorda que Deus nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Deus realmente nos chamou? A chamada não pode ser revertida, “porque os dons e a vocação de Deus são irrevogáveis” (Rm 11.29). O Senhor jamais retrocede da chamada eficaz de sua graça. Romanos 8.30 diz: “E aos que chamou, a esses também justificou; e aos que justificou, a esses também glorificou” — esta é a norma invariável do procedimento de Deus. Existe uma chamada comum, sobre a qual as Escrituras dizem: “Muitos são chamados, mas poucos escolhidos” (Mt 22.14). No entanto, a chamada sobre a qual agora estamos pensando é outro tipo de chamada; é uma chamada que prenuncia amor especial e envolve a posse daquilo para o que fomos chamados. Nesse caso, acontece com os chamados o mesmo que ocorreu com a descendência de Abraão, sobre a qual o Senhor declarou: “A quem tomei das extremidades da terra, e chamei dos seus cantos mais remotos, e a quem disse: Tu és o meu servo, eu te escolhi e não te rejeitei” (Is 41.9).
Naquilo que o Senhor fez, temos poderosas razões que nos asseguram nossa preservação e glória futura, porque Ele nos chamou “à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo”. Isto significa o companheirismo com o Senhor Jesus Cristo. Desejo que você considere atentamente o que isto significa. Se Deus já o chamou por sua graça, você já veio à comunhão com o Senhor Jesus, para se tornar, juntamente com ele, possuidor de todas as coisas. Então, aos olhos do Altíssimo, você é um com o Senhor Jesus. Os seus pecados foram levados pelo Senhor Jesus, que os carregou sobre Si mesmo, em seu próprio corpo, na cruz, tornando-se maldição em seu lugar. Ao mesmo tempo, o Senhor Jesus tornou-se a sua justiça, de modo que você está justificado nEle.
Assim como Adão é o representante de todos os seus descendentes, assim também o Senhor Jesus é o representante de todos os que estão nEle. Assim como a esposa e o esposo são um, assim também o Senhor Jesus é um com aqueles que, pela fé, estão unidos a Ele; são um por meio de uma união que nunca poderá ser desfeita. E, mais do que isso, os crentes são membros do corpo de Cristo; são um com Ele por meio de uma união de amor, permanente e viva. Deus nos chamou a esta união, esta comunhão e este companheirismo; por essa razão, Ele nos deu o sinal e penhor de que seremos confirmados até ao fim. Se fôssemos considerados como estando separados de Cristo, seríamos criaturas infelizes, destinadas a perecer; logo seríamos destruídos e lançados na eterna perdição. Mas, visto que somos um em Cristo, participamos de sua natureza e possuímos sua vida imortal. Nosso destino está vinculado ao de nosso Senhor; e, como Ele não pode ser destruído, não é possível que venhamos a perecer.
Pense demoradamente nesta união com o Filho de Deus, à qual você foi chamado, porque toda a sua esperança está nesta união. Você nunca será pobre, enquanto Jesus for rico, visto que você está em uma união firme com Ele. A necessidade nunca pode assaltá-lo, porque, juntamente com Ele, que é o Possuidor, você é co-proprietário dos céus e da terra. Você nunca pode falir, pois, embora um dos sócios da firma seja tão pobre como um rato de igreja e em si mesmo esteja em completa ruína, incapacitado de pagar o menor de seus imensos débitos, o outro sócio é excessivo e inconcebivelmente rico. Neste companheirismo, você é levantado a uma posição que supera a depressão dos tempos, as mudanças do futuro e o colapso do fim de todas as coisas. Deus o chamou à comunhão de seu Filho, Jesus Cristo, e por meio desta chamada o colocou no lugar de segurança infalível.
Se você é um verdadeiro crente, é um com o Senhor Jesus e, por isso, está seguro. Você não percebe que tem de ser assim? Se você já foi realmente feito um com o Senhor Jesus, por meio de um ato irrevogável de Deus, então você tem de ser confirmado até ao fim, até ao dia da manifestação dEle. Cristo e o pecador convertido estão no mesmo barco. Se Jesus não pode afundar, o crente também nunca sucumbirá. Jesus tomou seus redimidos e os uniu de tal modo a Si mesmo, que, antes de qualquer outra coisa, Ele tem de ser destruído, vencido e desonrado, para que, então, os seus redimidos sejam injuriados. O Senhor Jesus é o titular da firma, e, até que Ele desonre seu próprio nome, estamos seguros contra todos os temores de falência.

Portanto, com ousada confiança, prossigamos em direção ao futuro que ainda desconhecemos, unidos eternamente a Jesus. Se os homens do mundo perguntam: “Quem é esta que sobe do deserto e que vem encostada ao seu amado?” (Ct 8.5), confessamos com alegria que realmente nos encostamos em Jesus e que pretendemos nos unir a Ele cada vez mais. Nosso Deus fiel é um manancial transbordante de deleites, e nos sa comunhão com o Filho de Deus é um rio transbordante de regozijo. Sabendo estas coisas gloriosas, não podemos nos desencorajar. Pelo contrário, clamamos juntamente com o apóstolo: “Quem nos separará... do amor de Deus, que está em Cristo Jesus, nosso Senhor”? (Rm 8.35-39)

Fonte: Fonte: Editora Fiel
Fonte da Imagem: http://www.google.com.br/
Postado por Vivendo pela palavra: http://irismaroliveira.blogspot.com/

Nada Era Dele|


Porque Deus amou tanto o mundo que deu seu Filho único, para que todo aquele que nEle crer não pereça, mas tenha a vida eterna. João 3:16

Disse um poeta um dia, fazendo referência ao mestre amado:
“O berço que Ele usou na estrebaria, por acaso era dEle?
ERA EMPRESTADO!



E o manso jumentinho, em que, em Jerusalém, chegou montado e palmas recebeu pelo caminho? Por acaso era dEle?
ERA EMPRESTADO!



E o pão, o suave pão, que foi, por seu amor, multiplicado, alimentando toda a multidão – por acaso era dEle?
ERA EMPRESTADO!



E os peixes que comeu, junto ao lago e ficou alimentado, esse prato era Seu?
ERA EMPRESTADO!



E o famoso barquinho? Aquele em que ficou sentado, mostrando à multidão qual o caminho, por acaso era dEle?
ERA EMPRESTADO!



E o quarto em que ceou ao lado dos discípulos, ao lado de Judas que o traiu, de Pedro que o negou, por acaso era dEle?
ERA EMPRESTADO!



E o berço tumular, que depois do calvário foi usado e de onde havia de ressuscitar, o túmulo era dEle?
ERA EMPRESTADO!



Enfim, NADA ERA DELE!
Mas a coroa que Ele usou na Cruz, 
E a Cruz que carregou e onde morreu, 
Essas eram, de fato de JESUS!



Isso disse um poeta, certo dia, numa hora de busca da verdade;
Mas não aceito essa filosofia que contraria a própria realidade...
O berço, o jumentinho e o suave pão,
Eram dEle a partir da criação,
Ele os criou – assim diz a escritura ...

Mas a Cruz que ele usou, a rude Cruz, 
A Cruz negra e mesquinha, onde meus crimes todos expiou,
Essa não era Sua – ESSA CRUZ ERA MINHA!


Autor: Gióia Junior



Fonte: http://www.preciosasemente.com.br/
Fonte da imagem: http://www.google.com/

Pregando sobre o Inferno.



Existem algumas mensagens entre nós os cristãos, que tem sido não vou dizer esquecidas, mas deixadas de lado, tipo, amanhã eu prego ou então esse tipo de mensagem é muito forte para os dias atuais, como: A Volta de Jesus Cristo, o Arrependimento, o Pecado e o Inferno. Lembro quando me converti que no mínimo uma vez por semana ouvia-se uma dessas mensagens  nos púlpitos das igrejas.   Irismar Santos


Por : JONATHAN EDWARDS

Se nós que cuidamos das almas soubéssemos como é o inferno e conhecêssemos a situação dos condenados à perdição, ou se por algum outro meio nos tornássemos conscientes de quão pavorosa é a condição deles; se ao mesmo tempo soubéssemos que a maioria dos homens foi para lá e víssemos que nossos ouvintes não se dão conta do perigo – nestas circunstâncias, seria moralmente impossível que evitássemos mostrar-lhes com muita seriedade a terrível natureza de tal desgraça e como estão extremamente ameaçados por ele. Nós até mesmo lhe clamaríamos em alta voz.

Quando os ministros pregam friamente sobre o inferno, advertindo os pecadores de que o devem evitar, por mais que suas palavras digam que é infinitamente terrível, eles acabam se contradizendo; pois à semelhança das palavras, as ações também têm sua própria linguagem. Se o sermão de um pregador ilustra a situação do pecador como imensamente pavorosa, enquanto seu comportamento e sua maneira de falar contradizem isso – mostrando que ele não pensa assim – tal ministro vai contra seu objetivo, porque neste caso a linguagem das ações é muito mais eficaz do que o significado puro e simples de suas palavras. Não que eu credite que devemos pregar somente a Lei; acontece que ministros talvez preguem suficientemente outras coisas. O evangelho deve ser proclamado tanto quanto a Lei e esta deve ser pregada apenas para preparar o caminho para o evangelho, a fim de que ele possa ser proclamado de modo mais eficaz. A principal tarefa dos ministros é pregar o evangelho: "Porque o fim da Lei é Cristo para a justiça de todo aquele que crê" (Rm 10.4). Portanto, um pregador ficaria muito além da verdade se insistisse demais nos terrores da Lei, esquecendo seu Senhor e negligenciando a proclamação do evangelho. Mesmo assim, porém, a Lei realmente deve ser enfatizada, e sem isso a pregação do evangelho talvez seja em vão.

Certamente, é belo falar com seriedade e emoção, conforme convém à natureza e importância do assunto. Não nego que possa existir um pouco de impetuosidade imprópria, diferente daquilo que, pela lógica, decorreria da natureza do tema, fazendo com que forma e conteúdo não estejam de acordo. Alguns dizem que é ilógico usar o medo a fim de afugentar as pessoas para o céu. Contudo, acho que faz parte da lógica o esforço para afugentar as pessoas do inferno em cujas margens elas se encontram, prontas para cair dentro dele a qualquer momento, mas sem se dar conta do perigo. Não seria justo afugentar alguém para fora de uma casa em chamas? O medo justificável, para o qual há uma boa razão, certamente não deve ser criticado como se fosse algo ilógico.


Fonte: http://www.jonathanedwards.com.br

O Evangelho completo - para o homem completo


Precisamos ter a mensagem integral ... «anunciar todo o desígnio de Deus» (Atos 20.27). ... Principia com a Lei. A Lei de Deus ... as exigências de um Deus santo, a ira de Deus. Esse é o modo de levar homens e mulheres à convicção; não é modificando a Verdade. ... Devemos confrontá-los com o fato de que são seres humanos, de que são seres humanos falíveis, de que estão sujeitos à morte, de que são pecadores, e de que todos terão de comparecer perante Deus, levados ao Tribunal do Juízo Eterno...

Depois devemos apresentar-lhes a ampla e completa doutrina da graça de Deus para a salvação em Jesus Cristo. Devemos demonstrar que ninguém é salvo «pelas obras da Lei», por sua bondade ou retidão pessoal, nem por ser membro de igreja nem por nenhuma outra coisa senão unicamente, totalmente, inteiramente pelo livre dom de Deus em Jesus Cristo, Seu Filho. ... Devemos pregar a doutrina em sua completa amplitude, sem deixar nada — a convicção de pecado, a realidade do Juízo e do inferno, a livre graça, a justificação, a santificação, a glorificação.

Devemos também mostrar que há uma perspectiva mundial na Bíblia ... que somente ali você pode compreender a história - passada, presente e futura. Exibamos essa grande visão mundial, e o propósito do Deus eterno...

Ao mesmo tempo, tenhamos bastante cuidado no sentido de que a estamos dando ao homem completo. ... o Evangelho não é só para o coração do homem; cuide de começar pela cabeça dele, apresentando-lhe a Verdade. ... Mostremos que se trata de uma grandiosa mensagem dada por Deus, que nos compete comunicar à mente, ao coração, à vontade. Há sempre o perigo de deixar de lado uma ou outra parte da personalidade humana. ... estejamos certos de que nos dirigimos ao homem todo - sua mente, suas emoções e sua vontade.

The Weaporsofour Warfare, p. 21,2.

Fonte: http://www.martynlloyd-jones.com

A Verdadeira Salvação Através de Jesus Cristo


 
Por John MacArthur. © Grace To You. Website: gyt.org
Tradução e Legenda: voltemosaoevangelho.com

Eu sou a Porta




Por Charles Spurgeon



Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim, será salvo; entrará, e sairá, e achará pastagem” (João 10:9)

Jesus, o grande Eu SOU, é a porta de entrada para a verdadeira igreja, e o caminho de acesso para o próprio Deus. Ele dá ao homem que vai a Deus por meio Dele quatro privilégios especiais:

1. Será salvo. O homicida fugitivo passou pelos portões da cidade de refúgio e foi salvo. Noé entrou pela porta da arca e ficou em segurança. Aqueles que aceitam Jesus como a porta da fé para suas almas não ficam perdidos. O acesso à paz por meio de Jesus é a garantia de entrada nos céus pela mesma porta. Jesus é a única porta, uma porta aberta, uma porta ampla, uma porta segura; e bem-aventurado é aquele que coloca toda a sua esperança de entrar na glória sobre o Redentor crucificado.


2. Entrará. Ele terá o privilégio de entrar para a família divina, compartilhando do pão dos filhos de Deus e participando de todas as suas honras e prazeres. Ele entrará nos aposentos da comunhão, nos banquetes do amor, nos tesouros da aliança, nos depósitos das promessas. Entrará na presença do Rei dos reis no poder do Espírito Santo e os segredos do Senhor estarão com ele.

3. Sairá. Esta é uma benção muito esquecida. Somos enviados ao mundo para labutar e sofrer, mas que bênção ir em nome e no poder de Jesus! Somos chamados a dar testemunho da verdade, a animar os abatidos, a admoestar os descuidados, a ganhar almas e a glorificar a Deus; e, como o Anjo disse a Gideão : "Vai nessa tua força" (Jz. 6:14), da mesma forma o Senhor nos faria prosperar como Seus mensageiros, em Seu nome e em Sua força.


4. Achará pastagem. Aquele que conhece a Jesus jamais terá falta. Entrar e sair será igualmente útil para ele: na companhia de Deus ele crescerá, e regando os outros ele será regado. Fazendo de Jesus seu tudo, ele encontrará tudo em Jesus. Sua alma será como um jardim regado e como um poço cujas águas jamais secarão.

_________

Postado por : http://www.projetospurgeon.com.br
Fonte: Monergismo
Morning and Evening