A vida é assim


A vida é assim, às vezes algumas coisas não dão certo mesmo e você não pode parar sua caminhada por conta disso. Abra o seu coração para receber o que realmente é seu. As vezes é preciso perder para ganhar. Ganhar auto estima, amor próprio, ganhar maturidade, serenidade e força.




Essa dor no peito vai passar, as lágrimas vão secar e você vai ver lá na frente que tudo que te feriu foi para te fazer crescer. Coisas boas virão e para isso as más precisam partir.

Cuide de você, dessa pessoa bonita aí dentro e o resto Deus cuida. Cuide dessa ferida e esqueça quem feriu, você deve ser prioridade nesse momento. E na hora certa, tudo se ajusta, tudo se esclarece, se justifica. Se Renova.

(Autor: Veronica Tosta )

Os perigos da baixa autoestima



Quais os perigos da baixa autoestima?


Quantas vezes você já se olhou no espelho e só conseguiu enxergar defeitos? Quantas vezes se pegou com medo ou vergonha de se manifestar em meio a um grupo? Sentiu-se inferior a outras pessoas? Quantas vezes suou frio com medo dos julgamentos? Pensou em si mesmo e sentiu-se mal, infeliz consigo mesmo e com sua vida? Ao longo de nossas trajetórias, é comum acumularmos experiências e pensamentos destrutivos e enchermos nosso cérebro de lixo mental, comprometendo o nosso amor próprio.

Cuidado! Tudo isso pode estar relacionado à baixa autoestima. Muitas vezes, isso está relacionado com a nossa dificuldade de nos reconhecermos como seres humanos únicos no teatro da existência. Vivemos nos comparando com os outros, ou pior, com aquilo que eles escolhem nos mostrar – comparamos carros, salários, relacionamentos, empregos, apartamentos, celulares, roupas.


O que nós não nos damos conta, é que o verdadeiro valor do ser humano, está além do que os olhos podem ver; reside no nosso Eu, que é cheio de potencialidades e qualidades únicas. Muitas vezes não sabemos o que se passa nos bastidores daquela pessoa que aparenta ter uma vida tão perfeita, muitas vezes, essas pessoas têm casas espetaculares, mas ainda não encontraram o mais importante endereço: o endereço de si mesmas.

A palavra “estima” significa o apreço, admiração ou o carinho que temos por algo ou alguém, que vem do reconhecimento do seu valor. Autoestima é a capacidade que o ser humano possui de se valorizar, ser feliz com aquilo que se é, e consequentemente, demonstrar segurança em suas opiniões, atitudes e pensamentos.

Infelizmente, assim como a depressão e o suicídio, a baixa autoestima se tornou uma síndrome epidêmica. Observe o caso da guerra contra o espelho. Ao invés de contemplarmos nossos aspectos positivos, somos especialistas em enxergar defeitos nos outros, mas principalmente em nós mesmos.

O resultado dessa falta de amor próprio? Baixo limiar para frustração, dificuldade para resolver problemas, sentimentos de culpa, de vergonha, insegurança. Esses sentimentos, que podem estar relacionados a Janelas Killer ou traumáticas, ou seja, memórias traumáticas armazenadas no cérebro, começam a dominar nossa aeronave mental e então comprometemos nosso desempenho em todos os aspectos da vida, entrando em circuitos mentais fechados e alimentando nosso sofrimento.


Sem uma autoestima fortalecida, sem um Eu autor da sua própria história, o caminho para uma vida de realizações pessoais e profissionais é árduo, longo, e muitas vezes frustrante. É fundamental desenvolver estratégias e ferramentas para assumir o controle dos pensamentos e ser capaz de decidir qual o futuro que queremos. Sem isso, deixamos nossas vidas nas mãos das circunstâncias – assim como a nossa felicidade.

(Augusto Cury)

O que fazer nos momentos difíceis?



Ao passar por momentos difíceis,
não precisamos fazer com que
fiquem pior.

Nesses momentos...
Evite as queixas
Evite as lamúrias


Evite a reclamação
Evite a murmuração

Tais atitudes
Enfraquecem o coração,
abatem o espirito, bloqueiam
a visão e roubam a nossa
alegria e paz.

Nos dias difíceis
Escolha orar
Escolha agradecer por tudo
que Deus já fez e vai fazer.




Acredite...
O seu esprito e o seu corpo agradecem,
e os que estão por perto também.

(by Irismar Oliveira)