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Qual é a tua estação nesta manhã?




Farei descer a chuva a seu tempo-. chuvas de bênção serão”. Ezequiel 34.26


Qual é a tua estação nesta manhã? É a estação da seca? Então, é a estação das chuvas. É a estação de aflições e nuvens escuras? Então, é a estação das chuvas. “A tua

força será como os teus dias”. “Farei descer… chuvas de bênçãos”. A palavra está no plural. Deus enviará todos os tipos de bênçãos. As bênçãos de Deus seguem todas

juntas, como elos de uma corrente de ouro. Se Ele dá bênçãos secretas, também dará bênçãos confortadoras. O Senhor enviará “chuvas de bênçãos”. Volta-te para cima, ó planta ressecada, e abre tuas folhas e flores para a irrigação celestial.


(Charles Spurgeon)

As orações cinge a fraqueza humana com a força divina


Orações nos Estabelece

Levantemos o coração juntamente com as mãos para Deus nos céus. Lamentações 3:41



Texto de C. H Spurgeon

O ato de orar nos ensina a respeito da nossa indignidade, o que é uma lição muito salutar para o tipo de pessoa orgulhosa como nós. Se Deus nos concedesse favores sem nos constranger a orar, então, nós nunca conheceríamos quão pobres somos, mas a oração verdadeira é um inventário de desejos, um catálogo de necessidades, uma revelação de pobreza oculta. Ao mesmo tempo que é uma aplicação à riqueza divina, é uma confissão do vazio humano. O estado mais saudável de um Cristão é estar sempre vazio em si mesmo e constantemente em dependência do Senhor para as provisões; ser sempre pobre em si mesmo e rico em Jesus; pessoalmente fracos como água, mas poderoso em Deus para fazer grandes proezas; e por isso o uso das orações, porque, ao mesmo tempo que adora a Deus, estabelece o lugar em que a criatura deve estar, no pó.



As orações em si mesmas, à parte das respostas, trazem um grande benefício ao Cristão. Assim como o corredor adquiri força para a corrida através dos exercícios diários, assim é para a grande corrida da vida; nós adquirimos energia através do santo trabalho das orações.


Orações são como as penas das asas das jovens águias de Deus, para que por elas; sejam capazes de aprender a voar acima das montanhas e nuvens. As orações cinge os lombos dos guerreiros de Deus, e os envia para a frente da batalha com os seus tendões preparados e seus músculos fortalecidos. Uma fervorosa súplica saindo dos seus aposentos, é como o sol saindo das câmaras do leste, se alegrando como um homem forte percorrendo o seu percurso! Orações são como as mãos levantadas de Moisés trazendo maior derrota aos Amalequitas do que a espada de Josué; (Êxodo 17:11 a 13) é como a flecha lançada da câmera do profeta anunciando antecipadamente a derrota dos Sírios. (2 Reis 13:17)


As orações cinge a fraqueza humana com a força divina, substituindo a tolice humana pela sabedoria celestial, e dando a mortais problemáticos a paz de Deus.


Nós não sabemos o que a oração não pode fazer! Somos gratos, ao grande Deus, pelo Trono de Misericórdia, uma prova da escolha da Sua maravilhosa benignidade. Ajuda-nos usá-la corretamente através deste dia.


Autor: C.H. Spurgeon

De força em força



“Vão indo de força em força” (Sl 84:7) 

Eles vão indo de força em força. Existem várias traduções para essa passagem, mas todas elas trazem a ideia de progresso. “Vão indo de força em força”, ou seja, eles crescem mais e mais fortes. Normalmente, quando estamos caminhando, vamos da força à fraqueza. Começamos descansados e em boas condições para nossa jornada, mas pouco a pouco, o caminho áspero e o sol quente nos fazem sentar à beira da estrada para só então continuarmos nossa cansativa viagem. 

No entanto, o peregrino cristão, recebendo refrescantes suprimentos da graça, é tão vigoroso, mesmo após anos de luta e penosa caminhada, como quando ele partiu. Ele pode não ser tão exultante e animado, nem tão ardente e rápido em seu zelo como antes, porém é muito mais forte em tudo aquilo que constitui o verdadeiro poder, e viaja, se mais devagar, com muito mais segurança. Alguns veteranos grisalhos têm sido tão firmes em sua compreensão da verdade, e tão zelosos em difundi-la, como eram em seus dias de juventude. 



Ah, infelizmente é preciso confessar que muitas vezes é o contrário, pois o amor de muitos esfria, e a iniquidade se multiplica (Mt 24:12), porém isso é o pecado deles próprios, e não falha da promessa, que se mantém válida: “Os jovens se cansarão e se fatigarão, e os moços certamente cairão; mas os que esperam no Senhor renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão” (Is 40:30-31). 

Espíritos nervosos sentam-se e se preocupam com o futuro. “Ah!”, dizem eles, “nós vamos de aflição à aflição”. É bem verdade, ó tu de pouca fé, mas também irás de força em força. Nunca encontrarás um feixe de aflição sem que haja graça suficiente ligada no meio dele. Deus dará a força da plena madurez aos ombros adultos conforme o fardo designado.

(autor C.H Spurgeon)