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Vou embora mais levo o bem mais precioso!

O bem mais precioso
Conta o folclore europeu que há muitos anos atrás um rapaz e uma moça apaixonados resolveram se casar.

Dinheiro eles quase não tinham, mas nenhum deles ligava para isso.

A confiança mútua era a esperança de um belo futuro, desde que tivessem um ao outro.

Assim, marcaram a data para se unir em corpo e alma.

Antes do casamento, porém, a moça fez um pedido ao noivo:

- Não posso nem imaginar que um dia possamos nos separar. Mas pode ser que com o tempo um se canse do outro, ou que você se aborreça e me mande de volta para meus pais.

- Quero que você me prometa que, se algum dia isso acontecer, me deixará levar comigo o bem mais precioso que eu tiver então.

O noivo riu, achando bobagem o que ela dizia, mas a moça não ficou satisfeita enquanto ele não fez a promessa por escrito e assinou.

Casaram-se.

Decididos a melhorar de vida ambos trabalharam muito e foram recompensados.

Cada novo sucesso os fazia mais determinados a sair da pobreza, e trabalhavam ainda mais.

E tempo passou e o casal prosperou. Conquistaram uma situação estável e cada vez mais confortável, e finalmente ficaram ricos.

Mudaram-se para uma ampla casa, fizeram novos amigos e se cercaram dos prazeres da riqueza.

Mas, dedicados em tempo integral aos negócios e aos compromissos sociais, pensavam mais nas coisas do que um no outro.

Discutiam sobre o que comprar, quanto gastar, como aumentar o patrimônio, mas estavam cada vez mais distanciados entre si.

Certo dia, enquanto preparavam uma festa para amigos importantes, discutiram sobre uma bobagem qualquer e começaram a levantar a voz, a gritar, e chegaram às inevitáveis acusações.

- Você não liga para mim! - gritou o marido - só pensa em você, em roupas e jóias.

- Pegue o que achar mais precioso, como prometi, e volte para a casa dos seus pais. Não há motivo para continuarmos juntos.

A mulher empalideceu e encarou-o com um olhar magoado, como se acabasse de descobrir uma coisa nunca suspeitada.

- Muito bem, disse ela baixinho. Quero mesmo ir embora. Mas vamos ficar juntos esta noite para receber os amigos que já foram convidados. Ele concordou.

A noite chegou. Começou a festa, com todo o luxo e a fartura que a riqueza permitia.

Alta madrugada o marido adormeceu, exausto. Ela então fez com que o levassem com cuidado para a casa dos pais dela e o pusessem na cama.

Quando ele acordou, na manhã seguinte, não entendeu o que tinha acontecido. Não sabia onde estava e, quando sentou-se na cama para olhar em volta, a mulher aproximou-se e disse-lhe com carinho:

- Querido marido, você prometeu que se algum dia me mandasse embora eu poderia levar comigo o bem mais precioso que tivesse no momento.

- Pois bem, você é e sempre será o meu bem mais precioso. Quero você mais que tudo na vida, e nem a morte poderá nos separar.
Nesse momento, ele viu o quanto ambos tinham sido egoístas. Tomou a esposa nos braços e beijaram-se ternamente. No mesmo dia voltaram para a casa, mais apaixonados do que nunca.
( Autor Desconhecido) 


O egoísmo muitas vezes bloqueia a visão das pessoas para verem as coisas de uma forma  diferente como:  Conservar  os valores, as promessas, o respeito e o amor uns pelos outros como algo sem importância.
valorize quem está próximo de você, seja seus pais, seus filhos, sua esposa, seu esposo e os seus amigos!!

Postado por Vivendo pela palavra: http://irismaroliveira.blogspot.com
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Uma Carta aos Esposos!

Trechos da carta escrita por João Crisóstomo (354-407), bispo de Antioquia, cujo título simplesmente é... “Aos esposos”.

“Não chameis por ela nunca duma maneira seca, mas empregai, pelo contrário, palavras aduladoras, ternas. Palavras de amor. Honrai-a e o pensamento de procurar as homenagens doutros não aparecerá, pois não terá a idéia de ir mendigar fora a afeição que encontrará em vós. Colocai-a acima de tudo pela beleza, como pela sabedoria e daí-lhe testemunho disso. Introduzi-a no amor de Deus e a vossa casa transbordará de bens.

A Tua mulher terá talvez bens pessoais e dirá: “quando comprei isto não gastei nada do que te pertence, gastei só dos meus próprios recursos”. O quê? Depois do casamento, já não sois dois! Sois um só e pensais que há ainda duas propriedades distintas? É lamentável! Depois do casamento não formais senão um só ser, uma só vida. Por que dizeis: o teu, o meu? Esta palavra abominável e degradante é uma invenção diabólica. O Criador fez um bem comum de coisas seguramente necessárias. Ninguém pode dizer: O meu sol, a minha luz, a minha água. E vós dizeis: Os meus bens? Eis um vício que é preciso combater acima de tudo. Mas é preciso fazê-lo com muita delicadeza.

Queres que a tua mulher seja submissa como a Igreja o é a Cristo? Tem para com ela a solicitude de Cristo pela sua Igreja. Em rigor, pode dominar-se um servo pelo medo. Mas a companheira de tua vida, a mãe dos teus filhos, a causa da tua felicidade e da tua alegria, não a podes encadear pelo medo e pelas ameaças. Deves prendê-la pelo amor e pela delicadeza. Que união pode existir quando a mulher treme diante do marido? Que alegria pode ter o marido quando trata a mulher como uma escrava? Mesmo se sofreste um pouco por ela, não lhe lances isso em rosto. Cristo fez muito mais pela sua Igreja.
Mostra-lhe a felicidade que tens em viver em sua companhia e que preferes a vida de casa à da cidade.

Ela ocupa um lugar antes dos amigos e antes dos filhos que te deu: Faz-lhe compreender que é por causa dela que tu os amas. Quando ela fizer qualquer coisa de bem, felicita-a, e admira o seu talento. Se faz qualquer tolice, não a censures por isso. Fazei a vossa oração em comum. Aprendei a nada temer neste mundo, senão a ofender a Deus. Se um homem se casa com este espírito, então o matrimônio está muito próximo da perfeição”.
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O Propósito do Casamento: Destruindo Visões Populares de Felicidade Conjugal





Na criação dos filhos o que fazer?




Na criação dos filhos,
tudo o que você pode
fazer é dar o melhor de si...
Cuidamos do que é possível
e deixamos o impossível para Deus.

Ruth Bell Graham, esposa do evangelista Billy Graham,

Infidelidade conjugal: dor, prazer, que mais?



O que fazer em casos de infidelidade?

Uma das dores emocionais mais fortes é a que resulta do saber de uma traição conjugal ao se amar o cônjuge que traiu. A dor pode ser ainda mais devastadora se ocorre entre amigos do casal, o que não é raro, infelizmente.
Quando a pessoa está envolvida numa “paixão proibida”, por ser solteira e se envolve com pessoa casada, ou por ser casada e se envolve com alguém fora do casamento, ela fica cega e possuída por emoções que dominam muito o raciocínio. É como o efeito de uma droga no cérebro. A pessoa fica fissurada, obsessiva, dominada pelo sentimento. Perde a razão.
O traído pode sentir ira e canalizá-la para o rival, inocentando o traidor. Isto pode aliviar a dor e diminuir o sofrimento. Assim, o vilão é considerado a pessoa rival. O traído age assim logo após descobrir a traição, protegendo o cônjuge e atacando o rival, para diminuir a dor, pois fica melhor pensar que o cônjuge é inocente e que a culpa toda é do rival que teria tido a iniciativa da sedução. Com tal crença, o traído se protege da dor de se sentir rejeitado. Mas se trata de uma defesa que não funcionará mais adiante. À princípio perdoa-se com mais facilidade, apega-se ao cônjuge traidor, se lança mão de meios de reconquista (roupas sedutoras no caso da mulher traída, e dedicação intensa à esposa, no caso do homem traído). Estas atitudes servem para bloquear a raiva de ter sido traído. Perceber a verdade de que o cônjuge também é culpado, pode ser insuportável neste momento. Daí a necessidade de jogar a verdade sob o tapete da consciência, de que a culpa e a responsabilidade pelas escolhas são de todos.
Este mecanismo de defesa da dor esmagadora de ter sido traído, pode produzir doenças psicossomáticas (reações no corpo), também depressão e finalmente levar à explosões de raiva, cobranças, o que piora tudo.
Para a mulher que foi traída, existe dor maior se seu marido se apegou afetivamente à rival, não sendo só algo sexual, porque a mulher vivencia como mais significativo o lado afetivo da relação. É, por isso, mais devastador para ela se seu marido passou a gostar da outra do que apenas ter sexo com ela.
Mas para um homem traído, o mais devastador parece ser sua esposa ter sexo com o rival, ou seja, quando ela entrega seu corpo para outro homem. Isto gera forte ameaça na masculinidade no traído, deixando-o com dolorosos sentimentos de humilhação, depreciação de si e inferioridade.
Parte da resolução da infidelidade envolve o perdão, a promessa e o cumprimento de não mais ocorrer qualquer tipo de traição, e tempo para a cura da ferida pessoal, que é de difícil cicatrização. Também é importante que o traído viva sua dor, experimente-a, expresse-a e finalmente a deixe ir. O tempo necessário para isto ocorrer irá depender do tipo de pessoa, da qualidade do relacionamento que o casal tinha, do temperamento, etc.
O cônjuge que traiu, agora precisará tolerar a angústia da culpa e esperar pelo tempo necessário para curar a ferida do relacionamento. Isto pode significar que terá que enfrentar solidão e angústia não só pela presença da culpa, como pelo fato de que seu cônjuge poderá ficar não afetivo, não para fazê-lo sofrer ou por vingança, mas porque a confiança foi quebrada, o que requer um tempo de cicatrização da ferida, às vezes mais longo do que ambos gostariam de experimentar, a fim de terminar a dor e a distância afetiva.
Trair é uma escolha. Amar também. Não é algo só emocional. Pessoas imaturas, especialmente na filosofia pós-moderna, se baseiam só no sentimento ao realizar coisas na vida. O paradigma desta filosofia é: se dá prazer, então tudo vale!
As pessoas em processo de amadurecimento têm, por outro lado, como base filosófica da existência, a crença de que o sentido da vida e o prazer real vêm pelo servir, ser útil dentro da ética, ser verdadeiro e viver afetividade saudável. Testemunhos têm mostrado que o prazer da traição não compensa a dor que surge e que pode demorar para desaparecer, em todos os envolvidos.


O ABORTO



Certa mãe carregando nos braços um bebê entrou num consultório médico e, diante deste, começou a lamuriar-se:

 – Doutor, o senhor precisa me ajudar num problema muito sério. Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida de novo! 


Não quero filhos em tão curto espaço de tempo, mas sim num espaço grande entre um e outro.
 
Indaga o médico:

 – Muito bem... E o que a senhora quer que eu faça?
 
A mulher, já esperançosa, respondeu:
 
– Desejo interromper esta gravidez e quero contar com sua ajuda.




O médico pensou alguns minutos e disse para a mulher:
 
– Acho que tenho uma melhor opção para solucionar o problema e é menos perigoso para a senhora.
 
A mulher sorri certa que o médico aceitara o seu pedido, quando o ouviu dizer:
 
– Veja bem, minha senhora... Para não ficar com dois bebês em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer... Se o caso é matar, não há diferença para mim entre um e outro. Até porque sacrificar o que a senhora tem nos braços é mais fácil e a senhora não corre nenhum risco.
 
A mulher apavorou-se:
 
– Não, doutor!!! Que horror!!! Matar uma criança é crime!!! É infanticídio!!!
 
O médico sorriu e, depois de algumas considerações, convenceu a mãe de que não existe a menor diferença entre matar uma criança ainda por nascer (mas que já vive no seio materno) e uma já crescida. O crime é exatamente o mesmo e o pecado, diante de Deus, exatamente o mesmo
 
LUCHINI.
 
Texto extraído do Expresso Vida nº 28 (03 de Setembro de 2000), adaptado por Mely.
   Fonte: http://www.sotextos.com

Como Educar Seus Filhos Biblicamente. 1/5

COMO SE ATREVE?!


Mark Driscoll repreende homens que são abusivos com as mulheres.



Por Mark Driscoll. © Mars Hill Church. Websitemarshillchurch.org
Tradução e Legenda: Lucas da Silva Maria

Lidando com Filhos Desobedientes (2)


MANEIRA EM QUE OS PAIS PROVOCAM SEUS FILHOS À IRA - STEVE SHANK

I. Você pode provocar seu filho à ira quando deixa de demonstrar o amor bíblico (1Co 13.4-8a) a seu filho e age…

A. … com impaciência - não esperando que seu filho termine uma tarefa ou apressando seu filho para fazer algo além de sua capacidade (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.22; Ef 4.1,2; Cl 1.9-12, 3.12).

B. … com indelicadeza - sem prover para as necessidades físicas de seu filho por estar muito ocupado com seus próprios interesses (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.22, Ef 4.32; Fp 2.3,4; 2Tm 2.24; Tt 2.4,5).

C. … despertando ciúme e inveja - tentando provar para seu filho que você sabe fazer algo melhor que ele (violando assim 1Co 13.4; Gl 5.19,20; Tg 3.13-18).

D. … vangloriando-se, com frases como “Eu passei muito mais dificuldade quando tinha a sua idade” (violando assim Pv 27.2; Rm 1.30; 1Co 13.4; 2Co 10.18)

E. … com arrogância - afirmando coisas como “Vamos fazer do meu jeito, porque sou muito maior e mais esperto que você” (violando assim Rm 1.3; 1Co 13.4).

F. … com ações impróprias, inadequadas - envergonhando ou menosprezando seu filho de propósito ao tratar de suas falhas e imperfeições na frente das pessoas (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.29).

G. … buscando sempre fazer tudo somente do seu jeito - insistindo em que seu filho ou sua família façam somente o que você quer (violando assim 1Co 13.5; Fp 2.3,4).

H. … relembrando constantemente erros que ele cometeu contra você - lembrando seu filho de maneira acusadora a respeito de suas falhas passadas, ao dizer coisas como “Já te disse isso mil vezes…” (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.32; Cl 3.12,13).

I. … alegrando-se com a injustiça - incentivando seu filho a revidar os males que outros lhe causaram (violando assim 1Co 13.6; 2Ts 2.12).

J. … deixando de regozijar-se com a verdade - deixando de elogiar seu filho por ser honesto e confiável e por falar a verdade em situações difíceis (violando assim 1Co 13.6; 1Ts 5.16; 1Pe 4.13; 2Jo 1.4; 3Jo 1.3).

K. … não suportando todas as coisas - evitando, criticando ou negligenciando seu filho porque ele não atendeu às suas expectativas à risca (violando assim 1Co 13.7; Gl 6.2).

L. … não crendo nem esperando todas as coisas - constantemente duvidando do que seu filho diz antes de você considerar todos os fatos (violando assim 1Co 13.7).

M. … não se mantendo firme diante de todas as coisas - reagindo com ira diante de seu filho porque você está se focado mais nas suas próprias dificuldades (violando assim 1Co 13.7; Tg 1.2-4).

 II. Você pode provocar seu filho à ira quando deixa de dar um exemplo de vida cristã (1Tm 4.12)…

A. … agindo com hipocrisia - julgando o comportamento de seu filho quando você deixa de constantemente examinar seu próprio coração à luz da Palavra de Deus (violando assim Mt 7.1-5).

B. … mentindo a seu filho ou pedindo que ele minta por você (violando assim Rm 14.13; Ef 4.15,25).

C. … brigando e discutindo com seu filho ou brigando e discutindo com seu cônjuge na presença de seu filho (violando assim Pv 20.3; Fp 2.14-16; Cl 4.6; 2Tm 2.24-25).

D. … provocando seu filho - fazendo cócegas até as lágrimas ou caçoando dele quando foi envergonhado por algo que fez ou fracassou em alguma tentativa (violando assim Ef 6.4; Cl 3.12).

E. … falando com seu filho de maneira prejudicial - chamando-o por “nomes” ou gritando com ele em ira (violando assim Ef 4.29; Cl 4.6).

F. … mostrando parcialidade a um filho em detrimento de outro (violando assim Pv 24.23; v. tb. Gn 25.24-34, esp. v. 28 e Gn 27 para ver exemplos de males precipitados por pais ao preferir um filho a outro).

III. Você pode provocar seu filho à ira quando tenta ser a autoridade máxima na vida dele, em vez de mostrar a ele a importância de seguir ao Senhor (com base em Ez 18.4-20, esp. v. 4 e 20; 2Co 3.5,6; 2Tm 3.16,17; Tg 1.22-25)…

A. … praticando um padrão duplo e exigindo que seu filho o sirva continuamente, enquanto você não lhe serve nem serve as pessoas (violando assim Mt 20.25-28; Mc 9.35; 20.42-45).

B. … tratando seu filho como uma posse ou impondo a ele suas próprias aspirações - insistindo em que ele cumpra arbitrariamente as metas que você estabeleceu para ele (violando assim Dt 6.6,7; Sl 24.1, 127.3; Ef 6.4).

C. … praguejando, ou dizendo palavrões para seu filho, ou usando linguagem áspera ou dissensiosa quando ele não atinge certos padrões (violando assim Pv 12.18, 20.3; Ef 4.15,29,31; Cl 4.6; Tg 3.2-12).

D. … comparando seu filho a você mesmo ou a outras pessoas para mostrar como ele fica aquém de seus padrões’ (violando assim 2Co 10.12,17,18).

IV. Você pode provocar seu filho à ira quando você age de maneira incoerente em relação a ele…

A. … deixando de cumprir o que promete e passando a ser indigno de confiança - prometendo levá-lo a algum lugar e depois arbitrariamente mudando os planos para agradar a você mesmo (violando assim Mt 5.37; Ef 4.15,25; Cl 3.9).

B. … deixando de discipliná-lo biblicamente quando necessário (violando Pv 13.24; 23.13; Hb 12.7,8) ou disciplinando somente quando se sente provocado ou irado (violando assim 1Co 13.5; Ef 4.31).

C. … sendo vago e incoerente com o que fala ou com seus atos - não reagindo ou reagindo pouco diante da desobediência de seu filho num dia, mas em outro ficando visivelmente chateado, usando palavras agressivas e punindo sem restaurar (violando assim Pv 15.1; Gl 6.1; Ef 4.15,29; Cl 4.6).

D. … deixando de confessar pecados que cometeu contra seu filho, ou procurando se desculpar de seu comportamento pecaminoso com o intuito de se justificar (violando assim Mt 5.23,24; Rm 12.18; Tg 5.16).

E. … recusando-se a perdoar a seu filho - fazendo declarações como “Nunca vou conseguir te perdoar pelo que fez para mim” - ao mesmo tempo que exige que seu filho perdoe às pessoas por pecados que elas cometeram contra ele (violando assim Mt 5.23,24; 18.21,22; Mc 11.25,26; Ef 4.32; Cl 3.12,13).

V. Você pode provocar seu filho à ira quando negligencia seu filho…

A. … deixando de gastar tempo com ele para mostrar como a Palavra de Deus se aplica à vida diária (violando assim Dt 6.6,7).

B. … deixando de escutar seu filho com paciência quando ele deseja falar com você porque você está “muito ocupado” com seus próprios interesses (violando assim 1Co 13.4,5; Fp 2.3,4; Tg 1.19).

C. Deixando de disciplinar seu filho biblicamente ou de maneira oportuna, adiando a disciplina porque “você não está a fim” ou esperando para disciplinar seu filho depois de se acumularem vários erros (violando assim Pv 13.24; 19.18; Ec 8.11).
Postado http://voltemosaoevangelho.blogspot.com/
Por Steve Shank. © Sovereign Grace Ministries. Website:sovgracemin.org
Tradução: gracasoberana.wordpress.com


A MELHOR FORMA DE PUNIR SEUS FILHOS

Em sua autobiografia, John Paton, missionário escocês em New Hebrides, reflete sobre como seu pai reagia tão eficazmente à desobediência de seus filhos:

Se algo verdadeiramente sério precisava ser castigado, ele primeiro se retirava ao seu “closet” para orar, e nós garotos entendíamos que ele estava colocando toda a questão diante de Deus; e aquilo era a parte mais severa da punição para eu suportar! Eu poderia resistir a qualquer quantidade de punições, mas aquilo falava à minha consciência como uma mensagem de Deus.


Nós o amávamos ainda mais, quando víamos o quanto custava a ele nos punir; e, na verdade, ele nunca teve muito trabalho daquele tipo para com cada um dos onze – éramos governados pelo amor muito mais do que pelo medo (
John G. Paton: Missionary to the New Hebrides, p.17, parágrafo adicionado).

Por
 Tyler Kenney © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original:
The Best Way to Punish Your KidsWebsite: desiringGod.org
Tradução:
voltemosaoevangelho.com

Lidando com Filhos Desobedientes (1)





12 FORMAS DE AMAR OS VOSSOS FILHOS DESOBEDIENTES
O artigo que se segue foi escrito pelo meu filho Abraham, que fala com a sabedoria da experiência e das Escrituras. Li-o com lágrimas e gargalhadas. É um artigo tão emocionante que lhe perguntei logo se podia partilhá-lo com a Igreja e com, a ainda mais vasta, comunidade cristã. Não há alegria maior do que a de ver os vossos filhos a caminhar na verdade – e a expressá-la tão bem! O resto não é do Abraham. – John Piper

Muitos pais ficam com os corações partidos e completamente perplexos por causa da filha ou do filho que não são crentes. Não fazem a mínima idéia por que é que a criança que criaram toma decisões tão horríveis e destrutivas. Nunca fui um desses pais, mas fui um desses filhos. Refletindo sobre essa experiência, sugiro estas soluções para vos ajudar a alcançar os vossos filhos desobedientes.

1. Direcionem-nos para Cristo.
O verdadeiro problema dos vossos filhos rebeldes não é drogas, sexo, tabaco, pornografia, preguiça, criminalidade, maledicência, desmazelo, homossexualidade ou fazer parte de uma banda de rock punk. O verdadeiro problema é que eles não vêem Jesus com clareza. O melhor que podem fazer pelos vossos filhos—e a única razão para fazer qualquer uma das sugestões que se seguem—é mostrar-lhes Cristo. Não é um processo simples ou imediato, mas os pecados nas vidas deles, que vos inquietam e que os destroem, só começarão a desaparecer quando eles virem Jesus de uma forma como ele realmente é.

2. Orem.
Só Deus pode salvar o vosso filho ou filha. Por isso, continuem a pedir-Lhe que se mostre a eles, de forma a que eles não possam resistir a adorá-lo.

3. Assumam que algo está errado.
Se a vossa filha rejeita Jesus, não finjam que está tudo bem.
Para todas as crianças que não são crentes, os detalhes são diferentes. Será preciso que os pais abordem cada detalhe de formas únicas. Contudo, não é aceitável o facto de não os abordarem de todo. Se o vosso filho não é crente, não ignorem esse facto. As férias podem ser mais fáceis, mas a eternidade não o será.

4. Não esperem que eles sejam como Cristo.
Se o vosso filho não é cristão, ele não vai atuar como tal.
Vocês sabem que ele abandonou a fé, portanto não esperem que ele viva pelas normas segundo as quais o criaram. Por exemplo, vocês podem sentir-se tentados a dizer: «Sabemos que é difícil para ti acreditar em Jesus, mas não consegues pelo menos admitir que embebedares-te todos os dias é pecado?»
Se ele está com dificuldade em acreditar em Jesus, então há muito pouco significado em admitir que a embriaguez está errada. Querem protegê-lo, pois. Mas a falta de crença dele é o problema mais perigoso—e não o facto de andar sempre em festas. Por mais que o comportamento de falta de crença do vosso filho se mostre, façam sempre questão de se concentrarem mais na doença do coração do que nos sintomas da doença.

5. Recebam-nos de braços abertos em casa.
Porque a preocupação maior não são as atitudes do vosso filho, mas sim o coração dele, não crie muitas exigências para que ele volte para casa. Se ele sentir alguma suspeita ao estar convosco, isso é Deus a dar-vos uma oportunidade de o amar de volta para Jesus. Obviamente há algumas instâncias em que devem dar ultimatos: «Não entres nesta casa se estiveres...». Porém, instâncias como essas acontecem raramente. Não reduzam as probabilidades de estar com o vosso filho ao impor demasiadas regras.
Se a vossa filha cheirar a erva ou a tabaco, borrifem o casaco dela com 'Febreze' e mudem os lençóis quando ela sai, mas deixem-na vir para casa. Se descobrirem que ela está grávida, comprem-lhe ácido fólico, levem-na à ecografia na 20.ª semana de gravidez, protejam-na do Planeamento Familiar e, custe o que custar, deixem-na vir para casa. Se o vosso filho ficar falido porque gastou o dinheiro todo que lhe emprestaram em mulheres da vida e bebidas caras, então perdoem-lhe a dívida como também vocês foram perdoados; não lhe deêm mais nenhum dinheiro e deixem-no vir para casa. Se ele não aparece há uma semana e meia porque tem ficado em casa da namorada peçam-lhe para não ir mais e, deixem-no vir para casa.

6. Incentivem-nos mais vezes do que as que os repreendem.
Sejam gentis com o desapontamento.
O que mais vos preocupa é o fato do vosso filho se estar a destruir a si próprio, e não o fato de ele estar a quebrar as regras. Tratem-no de forma a que ele perceba isso. Provavelmente ele sabe—principalmente se foi criado como cristão—que o que anda a fazer está errado. E, definitivamente, ele sabe que vocês pensam isso. Portanto, o vosso filho não precisa que vocês lho digam. Ele precisa de saber como vocês vão reagir ao mal dele. A vossa indulgência bondosa e esperança dolorosa mostrar-lhe-ão que vocês confiam realmente em Jesus.
A consciência dele, por si só, pode condená-lo. Os pais devem permanecer compreensivos e firmes, vivendo sempre na esperança de que o filho volte.

7. Façam com que os vossos filhos contatem com crentes que conseguem aproximar-se mais deles.
Há dois tipos de acesso ao vosso filho que podem não conseguir ter: geográfico e relacional. Se o vosso filho desobediente vive longe, tentem encontrar um crente convicto na zona onde ele vive e peçam-lhe para contactar o vosso filho. Isto pode parecer intrometido, estúpido ou embaraçoso para ele, mas vale a pena—especialmente se o crente que encontrarem se consegue relacionar também emocionalmente com o vosso filho numa forma que vocês não podem.
A distância nas relações pode também ser um efeito secundário do abandono da fé por parte do vosso filho, portanto a vossa relação será tênue e deve ser protegida, se for possível. Mas uma repreensão dura é necessária na mesma.
É aqui que, outro crente com acesso emocional ao vosso filho, pode ser muito útil. Se há um crente em quem o vosso filho confia e, talvez até com quem goste de estar, então esse crente tem a plataforma para dizer ao vosso filho—de uma forma a que ele preste atenção—que ele está a ser um idiota. Isto pode soar severo, mas precisamos muitas vezes de uma chamada de atenção, e as pessoas em quem confiamos são normalmente as únicas que conseguem dar-nos uma repreensão dolorosa de forma a ser um presente para nós.
Muitos miúdos rebeldes fariam bem em ouvir que estão a ser tolos—e é muito raro que os pais lhes digam isto de forma a ajudá-los—portanto, tentem manter outros cristãos nas vidas dos vossos miúdos.

8. Respeitem os amigos dos vossos filhos.
Honrem o vosso filho desobediente da mesma forma que honrariam qualquer outro descrente. Eles podem andar com grupos com os quais vocês nem pensariam em falar ou até mesmo olhar, mas tratam-se dos amigos do vosso filho. Respeitem isso—mesmo que o relacionamento se baseie no pecado. Eles são más influências para o vosso filho, sim. Mas ele também é má influência para eles. Nada se resolverá pelo facto de tornarem evidente que não gostam de quem anda com quem.
Quando o vosso filho aparece com outra namorada para uma festa de aniversário familiar—uma pessoa que nunca viram e que provavelmente nunca mais vão ver—sejam hospitaleiros. Ela também é a filha desobediente de alguém, e ela também precisa de Jesus.

9. Enviem-lhes e-mails.
Agradeçam a Deus pela tecnologia que lhes permite estar tão facilmente presentes nas vidas dos vossos filhos!
Quando lerem algo na Bíblia que os incentive e os ajude a amar mais Jesus, escrevam-no e enviem-no ao vosso filho. A melhor exortação para eles são os exemplos positivos da alegria de Cristo na vossa própria vida.
Não entre em stress quando estiver a elaborá-los, como se cada um deles precisasse de ser unicamente poderoso. Apenas tirem um após o outro, e deixem que o efeito cumulativo da vossa satisfação em Deus se reuna na caixa de correio eletrônico do vosso filho. A palavra de Deus nunca é proclamada em vão.

10. Levem-nos a almoçar fora.
Se possível, não deixem que a única interação com o vosso filho seja apenas eletrônica. Passem tempo juntos, cara a cara, se puderem. Podem pensar que isto é desconfortável e stressante, mas acreditem que é pior estar no lugar do vosso filho—ele está a viver esse mesmo desconforto, mas com culpa. Portanto, se ele se quer encontrar com vocês para almoçar, agradeçam a Deus, e façam uso dessa oportunidade.
É quase hipócrita falar sobre a rotina dele, porque aquilo que vos importa realmente é a vida eterna dele; mas tentem na mesma. Ele precisa  saber que se importam com tudo o que lhe diz respeito. Então, antes de acabar de almoçar, rezem para que o Senhor lhes dê a coragem de perguntar sobre a alma dele. Não sabem como ele vai responder. Será que ele vai revirar os olhos como se vocês fossem idiotas? Será que se vai zangar e ir embora? Ou será que Deus tem trabalhado nele desde a última vez que falou com ele? Se não perguntar, nunca vai saber.
(Eis aqui uma nota para os pais de crianças pequenas: estipulem saídas regulares para irem comer fora com os vossos filhos. Não só será uma experiência valiosa para ambos, como também, se alguma vez os vossos filhos entrarem na crise da insubordinação, a tradição de se encontrarem com eles já existirá e não será estranho convidá-los para ir comer fora. Se o filho estiver habituado, desde pequenino, a ir comer fora com o pai aos Sábados, será muito mais difícil para ele recusar um convite do pai—mesmo para um confiante rapaz de 19 anos.)

11. Interessem-se por aquilo que eles querem conseguir.
É provável que se a vossa filha está a rejeitar Cristo de propósito, então a forma como ela passa o tempo irá provavelmente decepcioná-los. Contudo, encontrem valor nos interesses dela, se possível, e incentivem-na. Vocês foram assistir às peças da escola dela e aos jogos de futebol quando ela tinha 10 anos; o que poderão fazer agora que ela tem 20 para mostrar que realmente ainda se interessam pelos interesses dela?
Jesus passou tempo com cobradores de impostos e prostitutas, e nem sequer era familiar deles. Imitem Cristo sendo o tipo de pais que poem os tampões dos ouvidos no bolso e que vão para o centro da cidade, à pequena discoteca fria e húmida, onde vai ser o espectáculo de lançamento do CD da vossa filha. Incentivem-na e nunca párem de rezar para que ela comece a usar os dons dela para a glória de Jesus, em vez de para a sua própria glória.

12. Apontem-lhes Cristo.
O mais importante é que isto não seja demasiado stressante. Nenhuma estratégia para alcançar o vosso filho, ou filha, surtirá qualquer efeito duradouro se o objectivo subjacente não for ajudá-los a conhecer Jesus.
Jesus.
Não reze para que eles voltem a ser bons miúdos outra vez; para que cortem o cabelo e comecem a tomar banho; para que venham a gostar de música clássica em vez de deathcore; para que deixem de se sentir envergonhados no estudo semanal da Bíblia; para que votem no partido conservador outra vez nas próximas eleições; nem para que possam dormir à noite ao saber que os vossos filhos não vão para o inferno.
A razão mais importante para rezar por eles, recebê-los de braços abertos, pleitear com eles, enviar-lhes e-mails, comer com eles ou interessarem-se pelo que eles se interessam é para que os olhos dos vossos filhos se abram para Cristo.
E não só Cristo é o único objetivo ele é também a única esperança. Quando eles virem a maravilha que é Jesus, a satisfação será refinada. Ele substituirá a patética vaidade do dinheiro, o louvor ao homem ou ao estatuto ou ao orgasmo em que estão a delimitar as suas vidas eternas neste momento. Só a sua graça pode retirá-los dessas buscas arriscadas e prendê-los com segurança a ele—cativos, mas satisfeitos. Ele fá-lo-á por muitos.
Tenham fé e não desistam.

Por Abraham Piper. © Desiring God. Website: desiringGod.org
Original:
12 Ways to Love Your Wayward Child. Website:  desiringGod.org
Tradução:
gospeltranslations.org
Postado no www. http://voltemosaoevangelho.blogspot.com

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21 perguntas

por Douglas Wilson

Um pai em minha congregação me perguntou que tipo de perguntas um pai deve fazer a um jovem que deseje cortejar sua filha. Uma coisa é afirmar que os pais devem ser ativos na proteção de suas filhas, mas outra bem diferente é descobrir que tipo de questões específicas é adequado se fazer. Na posição de pai de duas jovens, agora casadas com segurança, e como um pastor que freqüentemente dá conselhos aos jovens antes mesmo que anunciem seus interesses e intenções, compilei esta lista que, embora não seja definitiva, deve servir como uma lista de idéias para se começar:

1. Fale-me sobre sua formação espiritual. Como você foi educado na igreja? Em que ponto sua experiência espiritual se tornou real para você? Alguma vez você teve um período de rebelião espiritual?


2. Qual foi a última vez em que você leu a Bíblia inteira ou pelo menos o Novo Testamento?


3. Você freqüenta os cultos todos os domingos?


4. Descreva o casamento dos seus pais para mim. Quais as lições de valor que você aprendeu dos seus pais? [Em caso de divórcio ou outros problemas conjugais graves] O que você aprendeu desses problemas? O que você aprendeu a não fazer? [Em casos em que o pai injustiçava a mãe] O que você fazia para ajudar e encorajar sua mãe?


5. Como é o seu relacionamento com o seu pai? E com a sua mãe?


6. Se eu tivesse como ouvir uma conversa do dia-a-dia entre você e a sua mãe, você concordaria que esse seria exatamente o modo como você irá tratar minha filha daqui a dez anos? Se sim, por quê? Se não, por quê?


7. Quantos irmãos e irmãs você tem? Como você se relaciona com eles?


8. Que tipo de trabalhador você é?


9. Quantos trabalhos você já teve em sua vida inteira, e o que os seus chefes pensavam sobre você? Eles lamentaram você ter de sair ou agradeceram por você ter ido embora?


10. O que você crê que Deus está lhe chamando a fazer como vocação? Daqui a dez anos, o que você acredita que estará fazendo?


11. Que passos você está seguindo para alcançar esse objetivo?
12. Qual foi a sua média na faculdade? Como assim?

13. Quanto dinheiro você conseguiu no ano passado? Você paga suas contas em dia? Você tem alguma dívida acumulada?


14. Por favor, descreva a natureza de suas dívidas (empréstimos para pagar os estudos, carro, casa, cartões de crédito, ou gastos com sites pornôs).


15. Falando em sites pornôs, você tem algum problema com pornografia?


16. Se tiver, por favor, descreva a natureza e a extensão do problema. [É importante aqui que os pais distingam entre as lutas constantes que um jovem normal provavelmente enfrenta, e o tipo de comportamento obsessivo que indica problemas muito mais profundos, como o desprezo pelas mulheres, ou uma viciosa falta de autocontrole. O casamento deverá corrigir o primeiro tipo de problema “normal”, mas irá apenas exacerbar o segundo tipo de problema patológico].


17. Há algo em sua história sexual que eu precise saber? Um casamento arruinado? Ter vivido com uma garota dois anos antes de se tornar cristão? Viver com uma garota seis meses antes de se tornar cristão? Ter engravidado três garotas no colégio?


18. Você já participou, mesmo que apenas para experimentar ou por qualquer outro motivo, em qualquer perversão sexual? Homossexualismo? Molestar uma criança? Fazer sexo com animais?


19. Você já teve algum tipo de problema com a justiça?


20. Descreva minha filha para mim. Como você acha que ela é?


21. O que você acha mais atrativo nela? Você realmente acha que ela seria uma benção para você? Por que você acha que seria uma benção para ela?





Postado no A tua Palavra é a verdade- http://iveraldopereiragmail.blogspot.com
Fonte: http://monergismo.com/